Papeladas na entrada do Egipto

Dicas: Magrebe

Dicas Egipto – Líbia – Tunísia – Argélia

Papeladas na entrada do Egipto

Papeladas na entrada do Egipto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Egipto

Entrada

Chegar ao Egipto como nós de Ferry é um sufoco de papéis. Para isso aparece um homem – Kamal, que é tão louco quanto eficiente e o seu número é 0121393492.  São precisas matrículas egípcias, tirar o número de Chassis (melhor se souber onde está!), seguros, taxas e mais taxas e autorizações. Tudo por cerca de 80€ e um dia inteiro passado no porto.

Visto

À partida é fácil e pode-se fazer na fronteira, mas com uma adenda muito importante (e à africana). Quem vem do sul e para obter o visto do Sudão em Adis Abeba, é exigido o visto do Egipto (para garantir que saímos do país). E o visto do Egipto em Adis Abeba demora 2 a 3 semanas a fazer! Por isso o ideal é fazer o visto do Sudão em Nairobi onde não exigem nada e fazer na fronteira. Esta informação provavelmente já esta desajustada.

 

Líbia

Cruzámos a Líbia ainda nas mãos das milícias armadas civis, sem lei nem rei. Entretanto o novo líder democrático saiu das eleições, e toda a burocracia deve estar a tomar um novo rumo.

 

Tunísia

Um país que não nos exige visto! O primeiro desde África do Sul…

Na fronteira faz-se um seguro facilmente.

 

Argélia

Visto

Conseguimos o visto facilmente em Túnis graças ao apoio entusiasta da nossa embaixada (deram-nos no mesmo dia e grátis) e deixando um papel assinado a afirmar que não iriamos para o Sul do país. Conhecemos uns jornalistas portugueses a quem recusaram vistos. O ideal é mesmo ir primeiro à embaixada portuguesa para interceder por nós pois pode-se tornar um visto complicado e moroso.

Entrada

Temos que fazer um seguro na entrada, e caso não se tenha moeda local teremos que trocar nas entidades oficiais da fronteira a um câmbio inferior que o mercado negro.

Ferry

Há vários ferries a operar entra a Argélia e a Europa, incluído Alicante em Espanha. A companhia é boa e organizada, embora comprar online para nós tenha sido impossível. Entrando no país dirigimo-nos a uma das agências (há em quase todas as cidades grandes e tem as moradas no site – www.algerieferries.com) e comprámos no local.

Por Carlos Carneiro (filho)

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